Frequentes vezes os títulos ou
legendas foram atribuídos a posteriori, como creio que aconteceu
neste caso. A legenda remete para “Veteran Of The Psychic Wars”,
um tema dos Blue Öyster Cult para o filme “Heavy Metal” de 1981.
10 de maio de 2020
7 de maio de 2020
5 de maio de 2020
4 de maio de 2020
Epitáfios e algo mais
Epitáfios em estilo country &
western. O algo mais, que até está no início, podia
ilustrar a frase “a magia de um homem é a engenharia de outro homem”, de Robert A. Heinlein; neste caso, “a magia de uma mulher é a engenharia de outro homem”. Mas como isto podia levar a segundos sentidos e ofender as multidões, é melhor fingir que ficamos por aqui...
3 de maio de 2020
1 de maio de 2020
30 de abril de 2020
24 de abril de 2020
46 anos de trevas
Festejar o 25 de Abril? Que polémica?
Eu penso que não só deve haver
comemoração na Assembleia da República, como deve ser obrigatória,
com a velhada toda comunista, com o Otelo à cabeça e Sampaio, 1000
pessoas reunidas naquela sala, fechados, com velhinhos contaminados a
espirrar e a tossir.
E também deve haver manifs com
milhares de esquerdistas, com o Loução à cabeça e demais
esquerdistas populistas demagógicos, todos encostadinhos e a
cuspirem-se e babarem-se uns aos outros.
E no 1.º de Maio, mais ainda, mais
esquerdistas populistas demagógicos, tudo com ranho, baba e catarro
e antigos sindicalistas.
Isso sim, é que eram comemorações.
Força camarada.
Retirado daqui.
23 de abril de 2020
Reclamações
Os Serviços Municipalizados não têm “contribuintes” mas “clientes”, manda o rigor dizer. No entanto, a ideia-base é a mesma... reclamações com os serviços estatais dão nisto, normalmente.
21 de abril de 2020
19 de abril de 2020
O “gangster”
Há uma conhecida foto de Churchill
empunhando uma metralhadora. Se lhe alterar um pouco o cenário,
parece saído de um filme de “gangsters”... Daquela época em que
os bancos eram roubados por intrusos.
18 de abril de 2020
17 de abril de 2020
16 de abril de 2020
13 de abril de 2020
O Canto de Rhemdon
WTF? A palavra “Rhemdon” tem zero ocorrências no Google. É melhor eu colocar algo mais descritivo, caso contrário esta postagem vai ter menos hipóteses que o país assolado por esta peça de sucata de “fricção-científica”. Um Godzilla mecânico, talvez...?
12 de abril de 2020
Bad Sherlock (1)
Em 1984 apareceu uma série televisiva britânica, “The Adventures of Sherlock Holmes”, protagonizada por Jeremy Brett e David Burke, à qual eu assistia com algum interesse e que terá sido, possivelmente, a inspiração para estes desenhos. Nunca tinha lido Arthur Conan Doyle. Li depois um par de livros com o Professor Challenger, uma colectânea de contos, e só muito mais tarde as obras “canónicas” de Sherlock Holmes: 4 novelas e 56 contos. Sherlock Holmes (ao contrário deste Bad Sherlock) não é um detective trapalhão; ele é o herói de uma Londres que simboliza uma época marcada pelo triunfo do racionalismo, da lógica e da ciência -- a Inglaterra victoriana, o apogeu do Império Britânico.
10 de abril de 2020
8 de abril de 2020
5 de abril de 2020
3 de abril de 2020
Vinhetas para BDs que nunca existiram (1)
O meu gosto por BD levou-me a fazer algumas tentativas nessa área. Com o passar dos anos, tornou-se-me cada vez mais penoso contar uma história por imagens; por isso, comecei a desenhar imagens sem história...
1 de abril de 2020
Regresso ao Passado
Reencontrei recentemente um bloco de apontamentos maioritariamente datados de 1983-1984. Alguns desses desenhos, nascidos do improviso, serão publicados aqui nos próximos tempos.
Para iniciar, este boneco de Ronald Reagan, acompanhado de uma letra dos Dead Kennedys. O tema é um pouco embaraçoso, hoje não o faria, mas tenho outros do género (o presidente Reagan era, na altura, alvo de um mantra equivalente ao “orange man bad” actual). E não o faria, não porque tenha passado a ter mais consideração pelo falecido Reagan, mas porque cheguei à conclusão que os seus críticos eram bem piores do que ele. Aqui está um bom exemplo: demorei demasiados anos a perceber que Jello Biafra só tinha serradura dentro da cabeça.
Para iniciar, este boneco de Ronald Reagan, acompanhado de uma letra dos Dead Kennedys. O tema é um pouco embaraçoso, hoje não o faria, mas tenho outros do género (o presidente Reagan era, na altura, alvo de um mantra equivalente ao “orange man bad” actual). E não o faria, não porque tenha passado a ter mais consideração pelo falecido Reagan, mas porque cheguei à conclusão que os seus críticos eram bem piores do que ele. Aqui está um bom exemplo: demorei demasiados anos a perceber que Jello Biafra só tinha serradura dentro da cabeça.
23 de março de 2020
17 de agosto de 2019
A diarreia legislativa
Todos os anos, no encerramento de mais uma sessão legislativa, lemos este tipo de notícias.
Que o PANdemia e o Bloco de Esterco sejam os partidos mais “produtivos” da Assembleia da República, devia levar-nos a uma reflexão no sentido inverso à que faz o jornal.
Esta diarreia de propostas dos pequenos partidos não é positiva e vai contra a proporcionalidade representativa do parlamento. Devia existir uma limitação desta actividade de acordo com o resultado obtido nas urnas, o que só favoreceria a qualidade em detrimento da quantidade.
Já existem leis a mais e devíamos estar a salvo destas “ideias brilhantes”, que lhes ocorrem cada vez que fumam drogas e que se apressam a garatujar num guardanapo usado.
24 de março de 2019
Informação ou deformação?
A propósito dos 100 anos da criação do movimento fascista em Itália, o JN resolveu encomendar a um dos seu tarefeiros uma peça de manipulação e deformação. Alfredo Maia, provavelmente um produto desses antros mal frequentados que passam por escolas de comunicação social, escrevinha alguns factos históricos previsivelmente adjectivados e depois passa a bola ao “historiador” Manuel Loff, que vai explicar aos leitores do JN o que foi o fascismo.
E assim, sem nunca terem lido uma linha escrita por Mussolini, tendo por base o que aprenderam na cartilha do “Avante”, fabricam uma imagem truncada e a preto-e-branco do fascismo, com a única preocupação de transmitir uma ideia falsa: “fascismo=direita aliada do capitalismo=opressores do povo”. Há 20 anos, o incauto leitor do JN comia e calava; hoje, é possível conhecer o contraditório.
Os nossos programas são definitivamente iguais às nossas ideias revolucionárias e elas pertencem ao que, no regime democrático, se chama “esquerda”; as nossas instituições são um resultado directo dos nossos programas e o nosso ideal é o Estado do Trabalho. Neste caso não pode haver dúvida: nós somos a classe trabalhadora numa luta de vida ou morte, contra o capitalismo. Somos os revolucionários em busca de de uma nova ordem.
Se isto é assim, invocar a ajuda da burguesia agitando o perigo vermelho é um absurdo. O autêntico espantalho, o verdadeiro perigo, a ameaça contra a qual se luta sem parar, vem da direita. Não nos interessa nada ter a burguesia capitalista como aliada contra a ameaça do perigo vermelho, porque no melhor dos casos esta seria uma aliada infiel, tratando de fazer com que nós sirvamos os seus fins, como já o fez mais de uma vez com certo êxito. Pouparei palavras porque é totalmente desnecessário. De facto, é prejudicial, porque nos faz confundir os autênticos revolucionários, de qualquer tonalidade, com o homem da reacção, que utiliza às vezes a mesma linguagem.
- Benito Mussolini, Milão, 22 de Abril de 1945
O fascismo não é uma táctica, a violência. É uma ideia, a unidade. Frente ao marxismo, que afirma como dogma a luta de classes, e frente ao liberalismo, que exige como mecânica a luta de partidos, o fascismo sustém que existe algo acima dos partidos e das classes, algo de natureza permanente, transcendente, suprema: a unidade histórica chamada Pátria.
- José Antonio Primo de Rivera
E sim, Antonio Gramsci foi executado. Ele e outros 25 condenados à morte durante a vigência do fascismo italiano; mas, por essa altura, os bolchevistas soviéticos contavam já com 13 milhões de mortos e não iam parar por aí.
E assim, sem nunca terem lido uma linha escrita por Mussolini, tendo por base o que aprenderam na cartilha do “Avante”, fabricam uma imagem truncada e a preto-e-branco do fascismo, com a única preocupação de transmitir uma ideia falsa: “fascismo=direita aliada do capitalismo=opressores do povo”. Há 20 anos, o incauto leitor do JN comia e calava; hoje, é possível conhecer o contraditório.
- Sobre a realização de grandes obras públicas, criação de novas indústrias, construção de auto-estradas, modernização ferroviária e drenagem de pântanos, que mudaram a face de Itália, nem uma palavra.
- Sobre o facto de em Itália se ter criado pela primeira vez um sistema de segurança social -- um sistema de ajuda em caso de acidentes no trabalho e prevenção de risco laboral; uma caixa nacional de previdência para atribuir pensões de invalidez, de maternidade e de doença; um sistema dedicado à assistência na doença dos funcionários públicos -- nem uma palavra.
- Das reformas empreendidas no campo financeiro, industrial e social, e a OIT (Organização Internacional do Trabalho) reconhecer em Itália o melhor sistema social do mundo, nessa época, nem uma palavra.
- Sobre a extinção da máfia siciliana (que recuperaria depois da guerra com a ajuda dos norte-americanos), nem uma palavra.
Os nossos programas são definitivamente iguais às nossas ideias revolucionárias e elas pertencem ao que, no regime democrático, se chama “esquerda”; as nossas instituições são um resultado directo dos nossos programas e o nosso ideal é o Estado do Trabalho. Neste caso não pode haver dúvida: nós somos a classe trabalhadora numa luta de vida ou morte, contra o capitalismo. Somos os revolucionários em busca de de uma nova ordem.
Se isto é assim, invocar a ajuda da burguesia agitando o perigo vermelho é um absurdo. O autêntico espantalho, o verdadeiro perigo, a ameaça contra a qual se luta sem parar, vem da direita. Não nos interessa nada ter a burguesia capitalista como aliada contra a ameaça do perigo vermelho, porque no melhor dos casos esta seria uma aliada infiel, tratando de fazer com que nós sirvamos os seus fins, como já o fez mais de uma vez com certo êxito. Pouparei palavras porque é totalmente desnecessário. De facto, é prejudicial, porque nos faz confundir os autênticos revolucionários, de qualquer tonalidade, com o homem da reacção, que utiliza às vezes a mesma linguagem.
- Benito Mussolini, Milão, 22 de Abril de 1945
O fascismo não é uma táctica, a violência. É uma ideia, a unidade. Frente ao marxismo, que afirma como dogma a luta de classes, e frente ao liberalismo, que exige como mecânica a luta de partidos, o fascismo sustém que existe algo acima dos partidos e das classes, algo de natureza permanente, transcendente, suprema: a unidade histórica chamada Pátria.
- José Antonio Primo de Rivera
E sim, Antonio Gramsci foi executado. Ele e outros 25 condenados à morte durante a vigência do fascismo italiano; mas, por essa altura, os bolchevistas soviéticos contavam já com 13 milhões de mortos e não iam parar por aí.
25 de janeiro de 2019
Por uma vez concordo convosco
Por uma vez concordo convosco, globalistas, lacaios ao serviço da finança, do capital apátrida, do totalitarismo democrático, e todos os idiotas úteis que vos acompanham alegremente. Por uma vez concordo convosco!
A Europa está realmente em perigo, mas pelas razões opostas:
A Europa está realmente em perigo, mas pelas razões opostas:
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