"A exportar democracia desde 1898."
22 de junho de 2025
25 de fevereiro de 2025
19 de junho de 2024
14 de abril de 2024
Embrulha esta!
Como vês, não adianta ser pró-sionista, defender a capital em Jerusalém, apoiar cegamente a Ucrânia, a NATO, a União Europeia, e todos os instrumentos ao serviço do Império. Nunca é suficiente – e, pior ainda, é tomado como um sinal de fraqueza. Na primeira oportunidade mostram-te quem é que manda...
21 de março de 2024
3 de novembro de 2022
12 de maio de 2022
28 de Maio de 2022 - 1300 anos da Batalha de Covadonga
Também nós, portugueses, devemos reclamar a nossa quota-parte neste marco histórico fundacional. Sem Covadonga não teria existido o Reino das Astúrias; sem o Reino das Astúrias não teria existido o Reino de Leão, e sem o Reino de Leão não se teria fundado o Reino de Portugal. Aos bravos de Covadonga devemos tudo quanto temos, depois de tudo quanto deitamos a perder. Que o seu exemplo nos inspire a tornar-nos seus dignos sucessores.
3 de outubro de 2021
A escultura invisível
De qualquer modo, assim se atingiu o grau zero na mediocridade da “arte” contemporânea – não é possível descer mais. Estes “artisti di merda” só são possíveis numa cultura profundamente decadente e degenerada, onde a demência, ou mais absoluta nulidade, passa por inovação e padrão de qualidade. No futuro, os historiadores vão referir estes dislates, tal como hoje recordamos as insanidades de Calígula ou Heliogábalo.
É um delírio, foi levado ao limite, e a mentira será desmascarada, inevitavelmente. Quando a luz voltar a brilhar, todo este comércio especulativo se dissipará, tal como as trevas que o acompanham.
15 de agosto de 2021
Cabul caíu!
Em duas semanas os talibãs tomaram o Afeganistão ao Império, sem
resistência. Se a ideia era abrir outra guerra civil e lançar mais
uns milhões de refugiados em direcção à Europa, desta vez o tiro
saiu pela culatra! É confrangedor ver a comentadoria globalista
preocupada com os “direitos humanos” [leia-se, os direitos da
braguilha], os “direitos das mulheres” [leia-se, o feminismo
e a ideologia de género], e o triunfo daquilo que eles
consideram “barbárie” – quando eles representam a verdadeira
barbárie tecnológica e o colapso dos valores intemporais. O que
mais lhes custará admitir, é que esta campanha instantânea só foi
possível com o apoio da população. Vinte anos de “merdocracia”
e um rio de dólares a desaguar diariamente sobre o “cemitério dos
impérios” não foram suficientes, porque do outro lado existia uma
determinação férrea e o fundamento de uma ideia transcendente,
coisa que o Império, encabeçado por Biden, o Usurpador, não
faz a mínima ideia do que se trata. Por isso foi derrotado!
Os colaboracionistas e os traidores temem agora pela vida. Se o Império tivesse um átomo de respeitabilidade, levaria consigo esses pobres-diabos, que um dia acreditaram no canto da sereia, na sua fuga para a “land of the free and the home of the brave”. Mas não o fará, e todos os idiotas úteis que servem o Império deviam tomar boa nota disto, porque um dia se verão descartados e entregues à sua sorte, quando isso for conveniente.
Os talibãs serão, talvez, nossos inimigos, mas um inimigo que se respeita. Já o Império é um inimigo execrável, que recolhe agora os frutos da sua perfídia.
23 de outubro de 2020
Basta de hipocrisia!
Nesta altura, já todos sabemos do caso do professor francês degolado por um jihadista, a consequência directa de ter exibido as famosas caricaturas de Mafoma numa aula que versaria, segundo as notícias papagueadas em uníssono, a “liberdade de expressão”.
E os coveiros da Europa reuniram-se, uma vez mais, numa das suas rotineiras marchas zombie, agora sob a divisa “Não passarão!” – um lema de derrotados, recorde-se. E a pergunta surge, inevitável: não passarão, quem? Os “refugiados”? Os imigrantes ilegais? Os invasores traficados pelas ONGs nos seus barcos negreiros, que, aos milhares, continuam a desembarcar nas costas mediterrânicas? Essa gente estranha e inassimilável, que está na origem destes atentados contra a “liberdade de expressão”?
Obviamente que, quando dizem “não passarão”, os “passarões” estão a pensar noutra coisa; porque, para os invasores, as portas estão escancaradas.
Já quanto à “liberdade de expressão” estamos conversados, porque este mesmo Estado Francês persegue, condena e encarcera pessoas, como Alain Soral, por DELITO DE OPINIÃO!
Por isso, seus “passarões” de mau agouro, não mexo uma palha na defesa da vossa “liberdade de expressão” amputada. Tendes o que escolhestes!
12 de setembro de 2020
29 de agosto de 2020
9 de agosto de 2020
Como escolher a mulher certa
Como uma mulher boa não é o mesmo que uma boa mulher, a escolha da mulher certa deve ser feita com critério. Ao não aceitar determinado tipo de mulheres para uma relação estável, por um simples efeito darwinista existirão cada vez mais mulheres decentes. É uma dádiva e uma obrigação para com as gerações futuras. Deste modo,
Mulheres tatuadas ou com piercings - nunca.
Mulheres que pintam o cabelo de azul (ou verde, roxo, cor-de-rosa... i.e. cores que não existem nos tons naturais) - nunca.
Mulheres “expandidas” (silicone, botox, etc.) - nunca.
Mulheres com os músculos “de fora” (culturismo) - nunca.
Mulheres que se vestem (ou seja, despem) como rameiras - nunca.
Mulheres que dizem palavrões no decurso normal de uma conversa - nunca.
Mulheres que fumam - nunca.
Mulheres que bebem demasiado - nunca.
Mulheres que consomem drogas - nunca.
Mulheres fodilhonas - nunca.
Mulheres habitualmente demasiado “produzidas” - nunca.
Mulheres desleixadas - nunca.
Mulheres que não sabem cozinhar - nunca.
Mulheres com ambições políticas - nunca.
Mulheres militares ou polícias - nunca.
Mulheres machonas - nunca.
Mulheres feministas - nunca.
8 de agosto de 2020
5 de julho de 2020
4 de julho de 2020
24 de junho de 2020
17 de maio de 2020
14 de maio de 2020
12 de maio de 2020
Heavy Metal
O filme “Heavy Metal”, a que me referi no postal anterior, tinha um lettering semelhante ao que está aqui desenhado. Era a versão, em desenho animado, do universo temático da revista BD “Métal Hurlant” - basicamente ficção-científica e fantástico. O filme, era bem melhor do que a banda sonora, onde os temas dos Blue Öyster Cult e dos Black Sabbath eram, de longe, os melhores.















