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19 de junho de 2024

Os loucos tomaram conta do asilo

 

É preciso que alguém pare esta gente, antes que seja tarde de mais.

14 de abril de 2024

Embrulha esta!



Como vês, não adianta ser pró-sionista, defender a capital em Jerusalém, apoiar cegamente a Ucrânia, a NATO, a União Europeia, e todos os instrumentos ao serviço do Império. Nunca é suficiente – e, pior ainda, é tomado como um sinal de fraqueza. Na primeira oportunidade mostram-te quem é que manda... 
Vai para o Vkontakte, que lá não te censuram.

12 de maio de 2022

28 de Maio de 2022 - 1300 anos da Batalha de Covadonga

 

Também nós, portugueses, devemos reclamar a nossa quota-parte neste marco histórico fundacional. Sem Covadonga não teria existido o Reino das Astúrias; sem o Reino das Astúrias não teria existido o Reino de Leão, e sem o Reino de Leão não se teria fundado o Reino de Portugal. Aos bravos de Covadonga devemos tudo quanto temos, depois de tudo quanto deitamos a perder. Que o seu exemplo nos inspire a tornar-nos seus dignos sucessores.



3 de outubro de 2021

A escultura invisível

 

Há poucos meses, foi vendida uma escultura que não existe, por uns largos milhares de euros. O autor, Salvatore Garau, é um italiano, país com tradição neste tipo de fraudes, desde que Piero Manzoni, em 1961, conseguiu vender as suas próprias fezes, numa série de 90 latas de conserva, intitulada “Merda d’artista”. Também Maurizio Cattelan, outro italiano, vendeu uma banana colada com fita adesiva na parede, há um par de anos, por mais de cem mil euros. Mas este Garau conseguiu superar todos esses vigaristas, pois bastou-lhe fazer um quadrado no chão, com fita adesiva, e afirmar que estava ali uma escultura invisível, que logo apareceu um imbecil para a comprar. Isto é tão absurdo que mais parece um golpe baixo, publicitário.
De qualquer modo, assim se atingiu o grau zero na mediocridade da “arte” contemporânea – não é possível descer mais. Estes “artisti di merda” só são possíveis numa cultura profundamente decadente e degenerada, onde a demência, ou mais absoluta nulidade, passa por inovação e padrão de qualidade. No futuro, os historiadores vão referir estes dislates, tal como hoje recordamos as insanidades de Calígula ou Heliogábalo.
É um delírio, foi levado ao limite, e a mentira será desmascarada, inevitavelmente. Quando a luz voltar a brilhar, todo este comércio especulativo se dissipará, tal como as trevas que o acompanham.

15 de agosto de 2021

Cabul caíu!

 


Em duas semanas os talibãs tomaram o Afeganistão ao Império, sem resistência. Se a ideia era abrir outra guerra civil e lançar mais uns milhões de refugiados em direcção à Europa, desta vez o tiro saiu pela culatra! É confrangedor ver a comentadoria globalista preocupada com os “direitos humanos” [leia-se, os direitos da braguilha], os “direitos das mulheres” [leia-se, o feminismo e a ideologia de género], e o triunfo daquilo que eles consideram “barbárie” – quando eles representam a verdadeira barbárie tecnológica e o colapso dos valores intemporais. O que mais lhes custará admitir, é que esta campanha instantânea só foi possível com o apoio da população. Vinte anos de “merdocracia” e um rio de dólares a desaguar diariamente sobre o “cemitério dos impérios” não foram suficientes, porque do outro lado existia uma determinação férrea e o fundamento de uma ideia transcendente, coisa que o Império, encabeçado por Biden, o Usurpador, não faz a mínima ideia do que se trata. Por isso foi derrotado!

Os colaboracionistas e os traidores temem agora pela vida. Se o Império tivesse um átomo de respeitabilidade, levaria consigo esses pobres-diabos, que um dia acreditaram no canto da sereia, na sua fuga para a “land of the free and the home of the brave”. Mas não o fará, e todos os idiotas úteis que servem o Império deviam tomar boa nota disto, porque um dia se verão descartados e entregues à sua sorte, quando isso for conveniente.

Os talibãs serão, talvez, nossos inimigos, mas um inimigo que se respeita. Já o Império é um inimigo execrável, que recolhe agora os frutos da sua perfídia.

23 de outubro de 2020

Basta de hipocrisia!

Nesta altura, já todos sabemos do caso do professor francês degolado por um jihadista, a consequência directa de ter exibido as famosas caricaturas de Mafoma numa aula que versaria, segundo as notícias papagueadas em uníssono, a “liberdade de expressão”.

E os coveiros da Europa reuniram-se, uma vez mais, numa das suas rotineiras marchas zombie, agora sob a divisa “Não passarão!” – um lema de derrotados, recorde-se. E a pergunta surge, inevitável: não passarão, quem? Os “refugiados”? Os imigrantes ilegais? Os invasores traficados pelas ONGs nos seus barcos negreiros, que, aos milhares, continuam a desembarcar nas costas mediterrânicas? Essa gente estranha e inassimilável, que está na origem destes atentados contra a “liberdade de expressão”?

Obviamente que, quando dizem “não passarão”, os “passarões” estão a pensar noutra coisa; porque, para os invasores, as portas estão escancaradas.

Já quanto à “liberdade de expressão” estamos conversados, porque este mesmo Estado Francês persegue, condena e encarcera pessoas, como Alain Soral, por DELITO DE OPINIÃO!

Por isso, seus “passarões” de mau agouro, não mexo uma palha na defesa da vossa “liberdade de expressão” amputada. Tendes o que escolhestes!

29 de agosto de 2020

9 de agosto de 2020

Como escolher a mulher certa

Como uma mulher boa não é o mesmo que uma boa mulher, a escolha da mulher certa deve ser feita com critério. Ao não aceitar determinado tipo de mulheres para uma relação estável, por um simples efeito darwinista existirão cada vez mais mulheres decentes. É uma dádiva e uma obrigação para com as gerações futuras. Deste modo,

  • Mulheres tatuadas ou com piercings - nunca.

  • Mulheres que pintam o cabelo de azul (ou verde, roxo, cor-de-rosa... i.e. cores que não existem nos tons naturais) - nunca.

  • Mulheres “expandidas” (silicone, botox, etc.) - nunca.

  • Mulheres com os músculos “de fora” (culturismo) - nunca.

  • Mulheres que se vestem (ou seja, despem) como rameiras - nunca.

  • Mulheres que dizem palavrões no decurso normal de uma conversa - nunca.

  • Mulheres que fumam - nunca.

  • Mulheres que bebem demasiado - nunca.

  • Mulheres que consomem drogas - nunca.

  • Mulheres fodilhonas - nunca.

  • Mulheres habitualmente demasiado “produzidas” - nunca.

  • Mulheres desleixadas - nunca.

  • Mulheres que não sabem cozinhar - nunca.

  • Mulheres com ambições políticas - nunca.

  • Mulheres militares ou polícias - nunca.

  • Mulheres machonas - nunca.

  • Mulheres feministas - nunca.

8 de agosto de 2020

Vinhetas para BDs que nunca existiram (9)

 

O árabe na ultrapassagem... Pelo aspecto do desenho, deverá ter uma data aproximada ao do postal anterior. Desta vez sem nenhuma relação com acontecimentos reais, apenas uma adaptação da provocação de um condutor veloz para aquele que acaba de ser ultrapassado: «Isso anda, ou quê?...»

24 de junho de 2020

Vinhetas para BDs que nunca existiram (7)


O voo do corvo num planeta distante... space-opera?... quase.

17 de maio de 2020

Space Oddity


Um pouco de Bowie, uma espécie de X-Wing e o “Sentro Eletrómico de Infurmassões”.

14 de maio de 2020

Vinhetas para BDs que nunca existiram (6)



Guardião do Templo de Kantenaviss. Delta do Cão Maior, em Cammai III... Ainda mais space-opera.

12 de maio de 2020

Heavy Metal


O filme “Heavy Metal”, a que me referi no postal anterior, tinha um lettering semelhante ao que está aqui desenhado. Era a versão, em desenho animado, do universo temático da revista BD “Métal Hurlant” - basicamente ficção-científica e fantástico. O filme, era bem melhor do que a banda sonora, onde os temas dos Blue Öyster Cult e dos Black Sabbath eram, de longe, os melhores.