19 de abril de 2020

O “gangster”

Há uma conhecida foto de Churchill empunhando uma metralhadora. Se lhe alterar um pouco o cenário, parece saído de um filme de “gangsters”... Daquela época em que os bancos eram roubados por intrusos.

18 de abril de 2020

Tomada de Leiria aos mouros


Nem os cretinos são de Creta, nem o Rocha Carvalho pertence a este filme...

17 de abril de 2020

Doutor Morte

Doctor Death, internacionalmente reconhecido como o “Mãozinhas de Aranha”.

13 de abril de 2020

O Canto de Rhemdon

WTF? A palavra “Rhemdon” tem zero ocorrências no Google. É melhor eu colocar algo mais descritivo, caso contrário esta postagem vai ter menos hipóteses que o país assolado por esta peça de sucata de “fricção-científica”. Um Godzilla mecânico, talvez...?

12 de abril de 2020

Bad Sherlock (1)

Em 1984 apareceu uma série televisiva britânica, “The Adventures of Sherlock Holmes”, protagonizada por Jeremy Brett e David Burke, à qual eu assistia com algum interesse e que terá sido, possivelmente, a inspiração para estes desenhos. Nunca tinha lido Arthur Conan Doyle. Li depois um par de livros com o Professor Challenger, uma colectânea de contos, e só muito mais tarde as obras “canónicas” de Sherlock Holmes: 4 novelas e 56 contos. Sherlock Holmes (ao contrário deste Bad Sherlock) não é um detective trapalhão; ele é o herói de uma Londres que simboliza uma época marcada pelo triunfo do racionalismo, da lógica e da ciência -- a Inglaterra victoriana, o apogeu do Império Britânico.

10 de abril de 2020

The Hellion


Uma reformulação da capa de “Screaming For Vengeance” dos Judas Priest.

3 de abril de 2020

Vinhetas para BDs que nunca existiram (1)

O meu gosto por BD levou-me a fazer algumas tentativas nessa área. Com o passar dos anos, tornou-se-me cada vez mais penoso contar uma história por imagens; por isso, comecei a desenhar imagens sem história...

1 de abril de 2020

Regresso ao Passado

Reencontrei recentemente um bloco de apontamentos maioritariamente datados de 1983-1984. Alguns desses desenhos, nascidos do improviso, serão publicados aqui nos próximos tempos.
Para iniciar, este boneco de Ronald Reagan, acompanhado de uma letra dos Dead Kennedys. O tema é um pouco embaraçoso, hoje não o faria, mas tenho outros do género (o presidente Reagan era, na altura, alvo de um mantra equivalente ao “orange man bad” actual). E não o faria, não porque tenha passado a ter mais consideração pelo falecido Reagan, mas porque cheguei à conclusão que os seus críticos eram bem piores do que ele. Aqui está um bom exemplo: demorei demasiados anos a perceber que Jello Biafra só tinha serradura dentro da cabeça.

17 de agosto de 2019

A diarreia legislativa




Todos os anos, no encerramento de mais uma sessão legislativa, lemos este tipo de notícias.
Que o PANdemia e o Bloco de Esterco sejam os partidos mais “produtivos” da Assembleia da República, devia levar-nos a uma reflexão no sentido inverso à que faz o jornal.
Esta diarreia de propostas dos pequenos partidos não é positiva e vai contra a proporcionalidade representativa do parlamento. Devia existir uma limitação desta actividade de acordo com o resultado obtido nas urnas, o que só favoreceria a qualidade em detrimento da quantidade.
Já existem leis a mais e devíamos estar a salvo destas “ideias brilhantes”, que lhes ocorrem cada vez que fumam drogas e que se apressam a garatujar num guardanapo usado.

24 de março de 2019

Informação ou deformação?

A propósito dos 100 anos da criação do movimento fascista em Itália, o JN resolveu encomendar a um dos seu tarefeiros uma peça de manipulação e deformação. Alfredo Maia, provavelmente um produto desses antros mal frequentados que passam por escolas de comunicação social, escrevinha alguns factos históricos previsivelmente adjectivados e depois passa a bola ao “historiador” Manuel Loff, que vai explicar aos leitores do JN o que foi o fascismo.
E assim, sem nunca terem lido uma linha escrita por Mussolini, tendo por base o que aprenderam na cartilha do “Avante”, fabricam uma imagem truncada e a preto-e-branco do fascismo, com a única preocupação de transmitir uma ideia falsa: “fascismo=direita aliada do capitalismo=opressores do povo”. Há 20 anos, o incauto leitor do JN comia e calava; hoje, é possível conhecer o contraditório.
  • Sobre a realização de grandes obras públicas, criação de novas indústrias, construção de auto-estradas, modernização ferroviária e drenagem de pântanos, que mudaram a face de Itália, nem uma palavra.
  • Sobre o facto de em Itália se ter criado pela primeira vez um sistema de segurança social -- um sistema de ajuda em caso de acidentes no trabalho e prevenção de risco laboral; uma caixa nacional de previdência para atribuir pensões de invalidez, de maternidade e de doença; um sistema dedicado à assistência na doença dos funcionários públicos -- nem uma palavra.
  • Das reformas empreendidas no campo financeiro, industrial e social, e a OIT (Organização Internacional do Trabalho) reconhecer em Itália o melhor sistema social do mundo, nessa época, nem uma palavra.
  • Sobre a extinção da máfia siciliana (que recuperaria depois da guerra com a ajuda dos norte-americanos), nem uma palavra.
Apenas e sempre o espantalho fascista, desaparecido há 80 anos nas cinzas de uma guerra que os mentores destes dois escribas desejaram, prepararam e concretizaram. Pois eu digo-lhes o que foi o fascismo: Um movimento político revolucionário que se propôs à superação do Estado liberal-democrático e do Estado comunista com uma terceira-via, indicando nesta a construção de um Estado ético-hierárquico fundado na alternativa corporativa que, eliminando a exploração capitalista e a luta de classes, criaria uma Nação e, desse modo, um Povo consciente da sua própria missão.

Os nossos programas são definitivamente iguais às nossas ideias revolucionárias e elas pertencem ao que, no regime democrático, se chama “esquerda”; as nossas instituições são um resultado directo dos nossos programas e o nosso ideal é o Estado do Trabalho. Neste caso não pode haver dúvida: nós somos a classe trabalhadora numa luta de vida ou morte, contra o capitalismo. Somos os revolucionários em busca de de uma nova ordem.
Se isto é assim, invocar a ajuda da burguesia agitando o perigo vermelho é um absurdo. O autêntico espantalho, o verdadeiro perigo, a ameaça contra a qual se luta sem parar, vem da direita. Não nos interessa nada ter a burguesia capitalista como aliada contra a ameaça do perigo vermelho, porque no melhor dos casos esta seria uma aliada infiel, tratando de fazer com que nós sirvamos os seus fins, como já o fez mais de uma vez com certo êxito. Pouparei palavras porque é totalmente desnecessário. De facto, é prejudicial, porque nos faz confundir os autênticos revolucionários, de qualquer tonalidade, com o homem da reacção, que utiliza às vezes a mesma linguagem
.
- Benito Mussolini, Milão, 22 de Abril de 1945

O fascismo não é uma táctica, a violência. É uma ideia, a unidade. Frente ao marxismo, que afirma como dogma a luta de classes, e frente ao liberalismo, que exige como mecânica a luta de partidos, o fascismo sustém que existe algo acima dos partidos e das classes, algo de natureza permanente, transcendente, suprema: a unidade histórica chamada Pátria.
- José Antonio Primo de Rivera

E sim, Antonio Gramsci foi executado. Ele e outros 25 condenados à morte durante a vigência do fascismo italiano; mas, por essa altura, os bolchevistas soviéticos contavam já com 13 milhões de mortos e não iam parar por aí.

25 de janeiro de 2019

Por uma vez concordo convosco

Por uma vez concordo convosco, globalistas, lacaios ao serviço da finança, do capital apátrida, do totalitarismo democrático, e todos os idiotas úteis que vos acompanham alegremente. Por uma vez concordo convosco!
A Europa está realmente em perigo, mas pelas razões opostas:





2 de abril de 2018

Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo

«Não concordo com o que dizes, mas defenderei até à morte o teu direito de dizê-lo». Os jacobinos actuais, do alto da sua superioridade moral, gostam de citar esta frase de outro velho jacobino, como prova dos seus “valores democráticos” e da sua “tolerância”.
Cada vez que se me deparar de novo esta frase mentirosa, hei-de recordar Jean-Marie Le Pen, que (independentemente de apoiar ou não as suas afirmações) foi várias vezes condenado “democraticamente” por delito de opinião pelos jacobinos actuais, os herdeiros dos guilhotinadores.

30 de dezembro de 2017

Carlitos Moedas - His Masters Voice

«O Moedas, o Moedas! Eu punha já o Moedas a funcionar.» - Ricardo Salgado, bankster


A que valores se refere ele? Os valores da finança internacional? Os valores da elite globalista? Os valores da destruição das identidades europeias? Os valores da imigração de substituição? Os valores da maçonaria? Do politicamente correcto? Da democracia totalitária? Do relativismo? Da Europa como laboratório de experiências da NOM?
O Moedas, a voz dos donos, vai funcionando, mas é moeda falsa.

23 de outubro de 2017

Pim, PAN, Pum! Cada bojarda infecta um...

Assim funcionam as “marcas brancas” do marxismo. Ontem eram os “verdes”, hoje são os animalistas.

11 de fevereiro de 2017

Amnesty Internationalist

O filme de desenhos animados não era grande coisa...
Podem sempre candidatá-lo aos óscares de Hollywood.
No meio daquela gentalha ficará bem entregue.

10 de julho de 2016

Campeões!

Publiquei uma série de "Game Over"s e imaginei que, um dia, pudesse fezer a variação "You Win!". Hoje seria esse dia, caso o meu velho Macintosh não tivesse dado o berro, há quase um ano.
Na impossibilidade de fazer o "boneco", fica aqui a imagem mais emblemática dessa final que vencemos, por fim...

1 de julho de 2015

Game Over

Praga, República Checa: Sem ter perdido um único jogo, baqueámos no desempate por grandes penalidades, frente à Suécia. Ainda não foi desta...

12 de novembro de 2014

O último "cartoon"

Com hiatos progressivamente maiores entre os artigos postados, este acabou por ser, em 3 de Agosto de 2010, o último acrescento à secção "Galeria" do sítio 30 de Fevereiro, sob o título "Os Submarinos do Portas". O tema é conhecido de todos, não está encerrado, e escusar-me-ei à sinopse. Direi apenas que, quatro anos passados, com condenações nos tribunais alemães e gregos, aqui, no nosso jardim à beira-mar plantado, a justiça marcha no seu passo de tartaruga, pretendendo convencer-nos ser mais rápida que Aquiles. Tudo quanto se progrediu, na esteira da derrocada do BES, foi o adensar da já compacta nuvem de suspeitas.

2 de novembro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Ponta de Corno

Esta acabou por ser a última tira ZML publicada no velho 30 de Fevereiro, em Maio de 2010. O tema andava à volta dos habituais exageros dos dirigentes futebolistas locais, da sua linguagem incendiária e irresponsável que depois se reflecte num clima de intimidação e violência. Neste caso em particular, recorreu-se à banalização da tragédia alheia.

9 de outubro de 2014

Zeca Cometa

A personagem do Zeca Cometa fez a sua aparição no velho 30 de Fevereiro através desta prancha, a única por lá publicada, em Fevereiro de 2010. O Zeca Cometa prosseguiu depois os seus comentários no próprio blog do Mário Teixeira, onde conta, neste momento, quase uma vintena de pranchas. Esses desenhos estão (quase todos) numerados, e esta prancha está lá numa versão ligeiramente diferente, como se mostra abaixo; é a segunda da série.
.