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2 de novembro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Ponta de Corno

Esta acabou por ser a última tira ZML publicada no velho 30 de Fevereiro, em Maio de 2010. O tema andava à volta dos habituais exageros dos dirigentes futebolistas locais, da sua linguagem incendiária e irresponsável que depois se reflecte num clima de intimidação e violência. Neste caso em particular, recorreu-se à banalização da tragédia alheia.

10 de setembro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e a Virgem

Esta publicação representou no 30 de Fevereiro um segundo regresso da tira "O Zé, a Maria Lusa e...", mais de um ano volvido sobre a anterior. E, outra vez, a demora trouxe consigo uma grande alteração: o desenho deixou de ser digital. O Mário Teixeira enviou-me o desenho a preto, mas como a edição policromática ficava pelo mesmo preço, pedi-lhe autorização para o colorir, o que fiz com lápis de cor e aguada.

14 de junho de 2014

O Zé, a Maria Lusa e... "El Pesetero"

Mais uma do universo futebolista. Luís Figo - a quem os adeptos do Barça nunca perdoaram a sua ida para o Real Madrid, vindo daí o epíteto "pesetero", naquela que foi, à época, a transferência mais cara de sempre - veio a ser, anos depois, Embaixador da Boa-Vontade Contra a Tuberculose e da Unicef. O resto, é auto-explicativo...

30 de maio de 2014

O Zé, a Maria Lusa e... o Dumbo

Esta tira, editada dois meses depois da anterior, versa o mesmo tema e está cheia de alusões oblíquas aos contornos do caso: à procuradora-geral adjunta, levada a investigar o caso a pedido; à auto-proclamada seriedade de certos personagens com telhados de vidro; às características físicas e ao tipo de discurso de certos intervenientes; à anedótica questão da «fruta» reflectida numa campanha publicitária de iogurtes... Para utilizar uma frase famosa de um setubalense que pertenceu à mesma indústria, «as pessoas sabem do que estou a falar...» - e as que não sabem também não perdem grande coisa: ali não se aprende nada!

12 de maio de 2014

O Zé, a Maria Lusa e... a Escritora

Após umas largas semanas de ausência, na altura da sua edição original no velho 30 de Fevereiro, o regresso da tira "O Zé, a Maria Lusa e o Político" foi feito com algumas alterações substanciais. Em primeiro lugar pela introdução da cor; em segundo lugar, pela própria composição do título - "o Político" foi sendo substituído por outras designações, adaptadas à personagem em questão.
Neste caso, trata-se do célebre e escabroso caso de Carolina Salgado, a ex-amante de um conhecido dirigente de futebol, e do livro que alguém escreveu por encomenda em seu nome, para atingir o dito dirigente. Apenas mais um episódio novelesco nos extras ao tempo de jogo, que levou à lavagem de uma enorme quantidade de roupa suja nas salas dos tribunais, sem que o desporto lucrasse algo com isso - bem pelo contrário.

26 de março de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Político

Cavaco Silva, afastado do poder desde 1995 e derrotado nas presidenciais de 1996, passou uma década a pavimentar pacientemente o caminho que o havia de levar com êxito ao palácio de Belém. Na pré-campanha das presidenciais de 2006, com as sondagens a seu favor e tendo por opositores cinco candidatos de esquerda, impôs o modelo de debate televisivo que lhe era mais favorável: debates a dois. Evitava assim fragmentar o seu tempo de intervenção contra dois ou mais candidatos que iam previsivelmente abrir fogo sobre si, repetindo mais ou menos a mesma argumentação e deixando-o permanentemente em situação de desvantagem.

28 de fevereiro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Político


A realidade que serviu de inspiração para esta tira foi o congresso do CDS-PP de 2005, no rescaldo das eleições legislativas que já várias vezes foram aqui referidas. Ora, esse congresso teve um desenvolvimento inesperado: com Paulo Portas de malas aviadas para a sua breve estadia nos Estados Unidos, estava tudo mais ou menos preparado, entre o trio Portas, Nobre Guedes e Telmo Correia (o trio que protagoniza esta tira), para que este último fosse o seu sucessor; no entanto, para surpresa geral, quem se impôs à última hora foi Ribeiro e Castro, que assim estragou os planos já traçados.

26 de fevereiro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Político

Mais uma tira de ZML para os "extras", pois é datada de 2003. Aqui se recorda o voluntarismo de Durão Barroso em relação à iminente guerra do Iraque, e a sua argumentação em francês arrevesado. A propósito, alguém se lembra ainda do que ele respondeu quando, na TV, lhe perguntaram se, de facto, existiam armas químicas que justificassem o ataque ao Iraque? Eu lembro-me; ele respondeu assim: "Eu vi as provas." O que significa que mentiu deliberadamente, ou que Bush e comparsas o enganaram por imbecil.

22 de fevereiro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Político


 
No momento que decorre mais um congresso do PSD, recordamos uma tira que remete para um outro congresso, em 2005, onde Santana Lopes deixou outra das suas frases lapidares: "não mais abandonar mandatos a meio". Daí o seu regresso fugaz à Câmara Municipal de Lisboa, que já tinha sido tema de outra tira, da série Jardim de Bananas.

20 de janeiro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Político


Ainda sobre o tema dos nitrofuranos, abordado na entrada anterior, existe esta tira datada de 2003, que não chegou a ser publicada no 30 de Fevereiro. Com a carne proveniente dos aviários sob suspeita, cada um tirava as suas conclusões...

8 de janeiro de 2014

O Zé, a Maria Lusa e o Político



Quando era primeiro-ministro, José Sócrates cunhou a expressão "campanhas negras" para as constantes notícias veiculadas pela comunicação social, que punham em questão não só determinados actos e decisões que lhe eram atribuídos, como até aspectos do seu carácter. A primeira "campanha negra" começou seguramente na notícia que inspirou esta tira, publicada precisamente no dia em que foi indigitado pelo presidente da república. Quase nove anos passados, José Sócrates dedica-se agora activamente ao "branqueamento", em sessão semanal na televisão pública, paga com o dinheiro dos contribuintes...

23 de dezembro de 2013

O Zé, a Maria Lusa e o Político


 A primeira colaboração do Mário Teixeira para o 30 de Fevereiro deu-se em inícios de 2005, com três tiras de BD - esta, e as duas iniciais do Gajo Borbulha, que publicarei a seguir.
A tira refere-se a Santana Lopes, então primeiro-ministro, que, acossado por todos os lados, mesmo pelos seus correligionários políticos, desabafou um dia - não recordo as palavras exactas, mas o sentido era mais ou menos este: o seu Governo era como um recém-nascido, numa incubadora, onde os irmãos mais velhos, em vez de protegê-lo, o vinham agredir (entenda-se: os "barões" do partido não só não o apoiavam como o criticavam abertamente). A metáfora passou ao anedotário nacional...