«O Moedas, o Moedas! Eu punha já o Moedas a funcionar.»
A que valores se refere ele? Os valores da finança internacional? Os valores da elite globalista? Os valores da destruição das identidades europeias? Os valores da imigração de substituição? Os valores da maçonaria? Do politicamente correcto? Da democracia totalitária? Do relativismo? Da Europa como laboratório de experiências da NOM?
O Moedas, a voz dos donos, vai funcionando, mas é moeda falsa.
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30 de dezembro de 2017
23 de outubro de 2017
25 de abril de 2017
11 de fevereiro de 2017
Amnesty Internationalist
O filme de desenhos animados não era grande coisa...
Podem sempre candidatá-lo aos óscares de Hollywood.
No meio daquela gentalha ficará bem entregue.
Podem sempre candidatá-lo aos óscares de Hollywood.
No meio daquela gentalha ficará bem entregue.
1 de julho de 2015
Game Over
Praga, República Checa: Sem ter
perdido um único jogo, baqueámos no desempate por grandes
penalidades, frente à Suécia. Ainda não foi desta...
20 de setembro de 2014
Notícias no Canal Mentecapto
A televisão tem uma grande
responsabilidade na imbecilização massificada, no aplanamento
cultural e na promoção de valores profundamente errados, sabe-se lá
ao serviço de quem. (Na verdade sabe-se, mas isso levaria a um longo
texto). Para além disso, serve anedotas impagáveis.
Esta nem é das mais hilariantes, mas
tem a ver com grau de esforço na pronunciação das línguas
estrangeiras, nem sempre inteiramente conseguido. Depois da Scarlett
"Iohansson", do Mariano "Jajoy" e outros dislates
do mesmo calibre, confesso que fiquei desiludido quando, em 2010, por
alturas da erupção do Eyjafjallajökull, referiram-se-lhe apenas
como o "vulcão islandês"... Porque não pronunciar tudo à portuguesa e deixarem-se de coisas?
16 de setembro de 2014
O regresso do estridente
Paulo Rangel ganhou visibilidade como
presidente do grupo parlamentar do PSD em 2008 e, no ano seguinte,
foi escolhido pela então líder do partido, Manuela Ferreira Leite,
como cabeça-de-lista às eleições europeias, que venceu. Assumido
o seu lugar no parlamento europeu, aí ficou durante quatro meses,
tendo regressado a Portugal nos inícios de 2010 para se candidatar à
liderança do partido, que perdeu para Passos Coelho. Esta caricatura
assinalava esse regresso, com uma referência ao seu tom de voz, o
qual, diga-se de passagem, acalmou bastante desde então.
26 de agosto de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
A quinta e última tira da "Quinta"
saiu durante a campanha para as Legislativas de 2009. Remete para o
original posicionamento da então cabeça-de-lista do PSD, Manuela
Ferreira Leite, que julgou poder fazer uma campanha eleitoral sem
promessas nem propostas, pedindo no fundo um cheque em branco aos
eleitores que avalizasse a sua pretensa "seriedade" e
"competência". Infelizmente, para ela, os eleitores ainda
se recordavam das suas passagens pelos ministérios da Educação e
das Finanças e frustraram-lhe a veleidade.
31 de julho de 2014
Game Over
Budapeste, Hungria: "De vitória
em vitória até à derrota na final." Frente à Alemanha, uma
vez mais...
20 de julho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
A principal referência desta tira é
Vítor Constâncio, na altura governador do Banco de Portugal, e cuja
notoriedade atingiu pontos altos na sequência do seu trabalho de
supervisão bancária, que permitiu o desenvolvimento do "casos"
BPN e BPP (talvez "Constanso", na pronúncia do camponês
pouco instruído, seja um apodo mais apropriado). O reconhecimento
das suas (in)capacidades guindou-o de imediato à vice-presidência
do Banco Central Europeu - precisamente na área onde tão
redondamente falhou no seu país!
É por estas e por outras (Durão
Barroso, por exemplo...) que, quando me falam em federalismo europeu,
fico logo com náuseas. Se o critério com que escolhem os eurocratas
está reflectido nestes dois portugueses, então estamos conversados.
4 de julho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
A terceira tira da "Quinta"
versava o relatório da Polícia Judiciária, que na altura veio a
público, sobre a gestão da Gebalis, empresa municipal da Câmara de
Lisboa. Entre Fevereiro de 2006 e Outubro de 2007, Francisco Ribeiro,
Clara Costa e Mário Peças, presidente e vogais da referida empresa,
responsável pela gestão dos bairros sociais do município, gastaram
64 mil euros em almoços. Noutra ocasião também se soube dos
critérios partidários com que se favoreciam os camaradas de
partido, pela atribuição de casas a preço simbólico aos "amigos",
sem se entender por que razão eram estes beneficiados com habitação
social - mas essas são contas de outro rosário...
27 de junho de 2014
Game Over
No antigo 30 de Fevereiro publicaram-se
alguns "cartoons" sobre futebol, a maior parte dos quais
não se reproduzirá neste novo espaço, pela simples razão que, se
há "cartoons" que envelhecem depressa e mal, são
precisamente os relativos ao futebol; volvidas umas semanas ninguém
consegue entender patavina.
Este, desenhado por mim, reporta-se ao
Campeonato Europeu de Sub-21, organizado em Portugal em 2006. Eu
próprio, da frase que acabei de escrever, só me recordava que tinha
sido um campeonato de sub-21; quando e onde, tive que consultar a
informação. Agora, estou em condições de acrescentar que a
selecção nacional perdeu o primeiro encontro com a França por 1-0,
o segundo com a Sérvia e Montenegro por 2-0, e ganhou o último à
Alemanha por 1-0, ficando-se assim pela fase de grupos. O "score"
refere-se pois a golos marcados e sofridos.
Sendo assim, a partir do ficheiro
original, resolvi fazer uma adaptação para a recente campanha da
selecção nacional no Campeonato do Mundo do Brasil. Agora,
descubram vocês as diferenças...
.
.
24 de junho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
Segunda tira de "Uma Quinta todas
as Semanas", datada de Outubro de 2008, acerca do lançamento da
Benfica TV.
18 de junho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
No Verão de 2008 comprei um "drawing
pad" da Wacom, em promoção. Criei imediatamente esta parelha
de camponeses, chamei à tira "Os Compadres", e foi assim
que ela foi apresentada no 30 de Fevereiro. O pressuposto era o
comentário a casos noticiosos e mediáticos, em ambiente rural, que
um dos camponeses introduzia com um "Parece que..."; os
pormenores das histórias são suficientemente objectivos e não
precisarão de grandes explicações.
O Mário Teixeira, que de BD conhece
infinitamente mais do que eu, alertou-me logo para a existência de
outra BD com o mesmo nome, da autoria de Sergei. Mudei o nome, à
pressa, para "Uma Quinta todas as Semanas" (que até me
agradou mais), mas acabei por desenhar apenas cinco tiras, ao longo
de um ano. Passado o entusiasmo inicial, quase não voltei a usar a
"drawing pad"; "Uma Quinta todas as Semanas"
passou para a gaveta dos projectos em suspenso e, se alguma vez de lá
voltar a sair, não será certamente em desenho digital...
23 de maio de 2014
Quem sabe, sabe...
Este desenho data de 2005, e
relacionava-se com o caso Portucale, que envolvia altos dirigentes do
CDS/PP e o banco BES, na aprovação de um empreendimento turístico,
que levou ao abate de milhares de sobreiros, durante os últimos dias
em que o governo estava em funções. O cartoon representava a imagem
típica dos centristas de então, com as suas fatiotas às
risquinhas, enquanto o diálogo remetia para o anúncio televisivo do
BES, com Maria João Bastos, no qual se promovia o crédito à
habitação. Exposto o produto, os personagens diziam: «Já falaste
com o teu banco?» «Não, falei com o teu!» Depois, o anúncio
terminava com a frase «Quem sabe, sabe. E quem sabe vai ao BES»
(cito de memória). Mostro também o desenho preparativo.
.
.
8 de maio de 2014
Onde é que está a crise?
Salvo aqueles que perderam o emprego,
querem trabalhar e não encontram onde - e há muitos - ainda sobra
muita gente disposta a gastar 700 ou mais euros para ir a Turim ver
um jogo da bola. Isto não está tão mau como nos querem fazer
crer...
7 de maio de 2014
A Idade da Pedra
Esta montagem teve como inspiração um
episódio que se passou com Fernando Ruas, então presidente da
Câmara Municipal de Viseu e da Associação Nacional de Municípios.
Em causa estava uma qualquer inspecção a fazer pelos funcionários
do Ministério do Ambiente, contra a qual se insurgiu Fernando Ruas,
aconselhando as pessoas a reunirem-se em grupos e corrê-los à
pedrada, no que foi prontamente secundado por Alberto João Jardim,
oferecendo a sua solidariedade e sempre disposto a mostrar-se contra
o "regime" quando o "regime" não lhe convém.
Serão dois políticos da Idade da Pedra, mas não, infelizmente, os
únicos...
20 de abril de 2014
25 de Abril, 40 anos. Festejar o quê?
Foi o regime saído do 25 de Abril que nos trouxe à situação actual. Os problemas que vivemos não começaram em 2011, nem em 2008, ou 2000, ou 1993 - começaram em 1974. Todos os vícios e erros de que enferma este regime datam da sua origem: uma desgraçada revolução, em vez de uma transição ordenada, à qual se seguiram os anos de desgoverno que acabaram com o que restava. Pior que isso, a revolução instaurou uma cultura de irresponsabilidade e facilitismo, onde o mérito não é premiado, onde nada se exige para que nada seja exigido em troca, onde se julga normal ter todos os direitos sem a contrapartida de qualquer dever.
O FMI foi chamado a intervir em 1977 e 1983, mas, das reformas necessárias nada foi feito, e nem sequer aprendemos com os erros. Apenas à custa da desvalorização da moeda adiamos os nossos problemas, com perdas assustadoras do poder de compra, desemprego, etc. Desde 1974 o Estado passara a acumular deficits, ou seja, dívida, e isso continuou a acontecer ano após ano, todos os anos, até hoje. Apesar disto, foi "vendida" uma ideia utópica do "estado social": aquilo que os franceses ou os nórdicos conseguiram num trabalhoso processo de longas décadas, implantar-se-ia aqui por um passe de mágica: tudo, para todos, ao mesmo tempo!
Com a adesão à CEE vieram os fundos de coesão europeus, e, em vez de se aproveitar a nova oportunidade para reformar o país, continuou a desperdiçar-se o dinheiro de forma não produtiva, alimentando grupos de interesse que medraram à sombra das negociatas. Satisfazer clientelas para ganhar eleições continuava a ser o único desígnio da governação, enquanto se hipotecava o futuro. Quem lucrou com a Expo 98, o Euro 2004 e os 2700 km de auto-estradas, e tantas outras obras do regime que hoje continuamos a pagar e de nada nos servem?
Com a integração no Euro (um monumental erro de avaliação que passou impune) chegou o crédito barato e continuamos a endividar-nos alegremente a 10% ao ano. Apesar da torrente de dinheiro injectado na economia, o crescimento económico era nulo. O fim estava à vista.
Que regime é este, onde boa parte dos políticos chegam de mãos vazias e partem com enormes fortunas pessoais? Onde a corrupção é generalizada e impune? Onde um padeiro que, alegadamente, terá roubado 70 cêntimos, é condenado a uma multa de 315 euros, com hipótese de vir a cumprir pena efectiva, enquanto os Jardins Gonçalves vêem prescrever os seus processos de milhões? Onde os Fantasias e os Catums do BPN nunca cumprirão qualquer pena, porque é hoje dado por adquirido que os tribunais, mesmo que funcionem sem imprevistos, nunca conseguirão terminar o processo antes da prescrição? Onde os ladrões e assassinos são libertados por erros processuais ou excesso de garantismo, e as suas vítimas são tantas vezes condenadas?
Vamos celebrar o quê? Não há nada a celebrar.
O FMI foi chamado a intervir em 1977 e 1983, mas, das reformas necessárias nada foi feito, e nem sequer aprendemos com os erros. Apenas à custa da desvalorização da moeda adiamos os nossos problemas, com perdas assustadoras do poder de compra, desemprego, etc. Desde 1974 o Estado passara a acumular deficits, ou seja, dívida, e isso continuou a acontecer ano após ano, todos os anos, até hoje. Apesar disto, foi "vendida" uma ideia utópica do "estado social": aquilo que os franceses ou os nórdicos conseguiram num trabalhoso processo de longas décadas, implantar-se-ia aqui por um passe de mágica: tudo, para todos, ao mesmo tempo!
Com a adesão à CEE vieram os fundos de coesão europeus, e, em vez de se aproveitar a nova oportunidade para reformar o país, continuou a desperdiçar-se o dinheiro de forma não produtiva, alimentando grupos de interesse que medraram à sombra das negociatas. Satisfazer clientelas para ganhar eleições continuava a ser o único desígnio da governação, enquanto se hipotecava o futuro. Quem lucrou com a Expo 98, o Euro 2004 e os 2700 km de auto-estradas, e tantas outras obras do regime que hoje continuamos a pagar e de nada nos servem?
Com a integração no Euro (um monumental erro de avaliação que passou impune) chegou o crédito barato e continuamos a endividar-nos alegremente a 10% ao ano. Apesar da torrente de dinheiro injectado na economia, o crescimento económico era nulo. O fim estava à vista.
Que regime é este, onde boa parte dos políticos chegam de mãos vazias e partem com enormes fortunas pessoais? Onde a corrupção é generalizada e impune? Onde um padeiro que, alegadamente, terá roubado 70 cêntimos, é condenado a uma multa de 315 euros, com hipótese de vir a cumprir pena efectiva, enquanto os Jardins Gonçalves vêem prescrever os seus processos de milhões? Onde os Fantasias e os Catums do BPN nunca cumprirão qualquer pena, porque é hoje dado por adquirido que os tribunais, mesmo que funcionem sem imprevistos, nunca conseguirão terminar o processo antes da prescrição? Onde os ladrões e assassinos são libertados por erros processuais ou excesso de garantismo, e as suas vítimas são tantas vezes condenadas?
Vamos celebrar o quê? Não há nada a celebrar.
10 de abril de 2014
Anda, Pacheco!
Já não me recordo das circunstâncias
exactas que me levaram a fazer este desenho, datado de Fevereiro de
2006 - provavelmente uma das lérias do Pacheco Pereira. Pacheco
Pereira é outro dos ex-maoistas que foram parar ao PSD, e ninguém
percebe hoje porque ainda se mantém no partido, a menos que pretenda
bater o recorde do franco-atirador há mais tempo em actividade.
A frase "Anda, Pacheco!" foi
celebrizada pela fadista Hermínia Silva, também aqui caricaturada
juntamente com o António Chainho, um dos mais conceituados
guitarristas do género.
Por curiosidade, mostro também os
vários passos que levaram ao desenho final.
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29 de março de 2014
As criaturas do pântano amaldiçoado
Com um título inspirado num filme de
terror dos anos 50 - Creature from the Black Lagoon, que nunca
vi - passamos agora à segunda e última tira, desta vez dedicada ao
candidato Cavaco Silva. Cavaco, na presidência, tem-se mostrado o
paladino das transformações que nunca conseguiu fazer enquanto
primeiro-ministro, bem pelo contrário. Há uns tempos disse que o
nosso futuro estava no mar; no seu tempo desmantelou-se boa parte da
frota pesqueira. Ultimamente, diz que o futuro está na agricultura;
no seu tempo pagou-se para arrancar vinha e olival. Na campanha de
2006 lembrou-se de dizer que Portugal viria a ser a Califórnia da
Europa. Como? por que meios? Só se fosse por artes mágicas. O
resultado está à vista...
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