Esta acabou por ser a última tira ZML
publicada no velho 30 de Fevereiro, em Maio de 2010. O tema andava à
volta dos habituais exageros dos dirigentes futebolistas locais, da
sua linguagem incendiária e irresponsável que depois se reflecte
num clima de intimidação e violência. Neste caso em particular,
recorreu-se à banalização da tragédia alheia.
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2 de novembro de 2014
9 de outubro de 2014
Zeca Cometa
A personagem do Zeca Cometa fez a sua aparição no velho 30 de Fevereiro através desta prancha, a única por lá publicada, em Fevereiro de 2010. O Zeca Cometa prosseguiu depois os seus comentários no próprio blog do Mário Teixeira, onde conta, neste momento, quase uma vintena de pranchas. Esses desenhos estão (quase todos) numerados, e esta prancha está lá numa versão ligeiramente diferente, como se mostra abaixo; é a segunda da série.
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20 de setembro de 2014
Notícias no Canal Mentecapto
A televisão tem uma grande
responsabilidade na imbecilização massificada, no aplanamento
cultural e na promoção de valores profundamente errados, sabe-se lá
ao serviço de quem. (Na verdade sabe-se, mas isso levaria a um longo
texto). Para além disso, serve anedotas impagáveis.
Esta nem é das mais hilariantes, mas
tem a ver com grau de esforço na pronunciação das línguas
estrangeiras, nem sempre inteiramente conseguido. Depois da Scarlett
"Iohansson", do Mariano "Jajoy" e outros dislates
do mesmo calibre, confesso que fiquei desiludido quando, em 2010, por
alturas da erupção do Eyjafjallajökull, referiram-se-lhe apenas
como o "vulcão islandês"... Porque não pronunciar tudo à portuguesa e deixarem-se de coisas?
10 de setembro de 2014
O Zé, a Maria Lusa e a Virgem
Esta publicação representou no 30 de Fevereiro um segundo regresso da tira "O Zé, a Maria Lusa e...", mais de um ano volvido sobre a anterior. E, outra vez, a demora trouxe consigo uma grande alteração: o desenho deixou de ser digital. O Mário Teixeira enviou-me o desenho a preto, mas como a edição policromática ficava pelo mesmo preço, pedi-lhe autorização para o colorir, o que fiz com lápis de cor e aguada.
26 de agosto de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
A quinta e última tira da "Quinta"
saiu durante a campanha para as Legislativas de 2009. Remete para o
original posicionamento da então cabeça-de-lista do PSD, Manuela
Ferreira Leite, que julgou poder fazer uma campanha eleitoral sem
promessas nem propostas, pedindo no fundo um cheque em branco aos
eleitores que avalizasse a sua pretensa "seriedade" e
"competência". Infelizmente, para ela, os eleitores ainda
se recordavam das suas passagens pelos ministérios da Educação e
das Finanças e frustraram-lhe a veleidade.
20 de julho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
A principal referência desta tira é
Vítor Constâncio, na altura governador do Banco de Portugal, e cuja
notoriedade atingiu pontos altos na sequência do seu trabalho de
supervisão bancária, que permitiu o desenvolvimento do "casos"
BPN e BPP (talvez "Constanso", na pronúncia do camponês
pouco instruído, seja um apodo mais apropriado). O reconhecimento
das suas (in)capacidades guindou-o de imediato à vice-presidência
do Banco Central Europeu - precisamente na área onde tão
redondamente falhou no seu país!
É por estas e por outras (Durão
Barroso, por exemplo...) que, quando me falam em federalismo europeu,
fico logo com náuseas. Se o critério com que escolhem os eurocratas
está reflectido nestes dois portugueses, então estamos conversados.
4 de julho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
A terceira tira da "Quinta"
versava o relatório da Polícia Judiciária, que na altura veio a
público, sobre a gestão da Gebalis, empresa municipal da Câmara de
Lisboa. Entre Fevereiro de 2006 e Outubro de 2007, Francisco Ribeiro,
Clara Costa e Mário Peças, presidente e vogais da referida empresa,
responsável pela gestão dos bairros sociais do município, gastaram
64 mil euros em almoços. Noutra ocasião também se soube dos
critérios partidários com que se favoreciam os camaradas de
partido, pela atribuição de casas a preço simbólico aos "amigos",
sem se entender por que razão eram estes beneficiados com habitação
social - mas essas são contas de outro rosário...
24 de junho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
Segunda tira de "Uma Quinta todas
as Semanas", datada de Outubro de 2008, acerca do lançamento da
Benfica TV.
18 de junho de 2014
Uma Quinta todas as Semanas
No Verão de 2008 comprei um "drawing
pad" da Wacom, em promoção. Criei imediatamente esta parelha
de camponeses, chamei à tira "Os Compadres", e foi assim
que ela foi apresentada no 30 de Fevereiro. O pressuposto era o
comentário a casos noticiosos e mediáticos, em ambiente rural, que
um dos camponeses introduzia com um "Parece que..."; os
pormenores das histórias são suficientemente objectivos e não
precisarão de grandes explicações.
O Mário Teixeira, que de BD conhece
infinitamente mais do que eu, alertou-me logo para a existência de
outra BD com o mesmo nome, da autoria de Sergei. Mudei o nome, à
pressa, para "Uma Quinta todas as Semanas" (que até me
agradou mais), mas acabei por desenhar apenas cinco tiras, ao longo
de um ano. Passado o entusiasmo inicial, quase não voltei a usar a
"drawing pad"; "Uma Quinta todas as Semanas"
passou para a gaveta dos projectos em suspenso e, se alguma vez de lá
voltar a sair, não será certamente em desenho digital...
14 de junho de 2014
O Zé, a Maria Lusa e... "El Pesetero"
Mais uma do universo futebolista. Luís Figo - a quem os adeptos do Barça nunca perdoaram a sua ida para o Real Madrid, vindo daí o epíteto "pesetero", naquela que foi, à época, a transferência mais cara de sempre - veio a ser, anos depois, Embaixador da Boa-Vontade Contra a Tuberculose e da Unicef. O resto, é auto-explicativo...
12 de junho de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
Com uma crítica mordaz à programação
da RTP, paga com o dinheiro dos contribuintes, publicava-se a última
das 18 histórias e concluía-se o ciclo dedicado a D. Bibas no 30 de
Fevereiro (que apenas falhou a primeira tira, recorde-se). Aqui fica,
agora, reposta a totalidade das tiras dedicadas a este personagem.
Tudo quanto há a saber sobre D. Bibas, o bobo do corte, está aqui.
8 de junho de 2014
Gajo Borbulha
O «¿Por qué no te callas?» do rei
Juan Carlos a Hugo Chávez ficou para a História. Enquanto ainda
ricocheteavam as ondas do caso, talvez a propósito de uma das muitas
greves domésticas, surgiu esta tira do Gajo Borbulha, com a célebre
expressão. Tira que faz um par perfeito com esta outra,
anteriormente publicada.
30 de maio de 2014
O Zé, a Maria Lusa e... o Dumbo
Esta tira, editada dois meses depois da anterior, versa o mesmo tema e está cheia de alusões oblíquas aos contornos do caso: à procuradora-geral adjunta, levada a investigar o caso a pedido; à auto-proclamada seriedade de certos personagens com telhados de vidro; às características físicas e ao tipo de discurso de certos intervenientes; à anedótica questão da «fruta» reflectida numa campanha publicitária de iogurtes... Para utilizar uma frase famosa de um setubalense que pertenceu à mesma indústria, «as pessoas sabem do que estou a falar...» - e as que não sabem também não perdem grande coisa: ali não se aprende nada!
26 de maio de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
O comentário de D. Bibas ao referendo do aborto foi, simultaneamente, a penúltima tira publicada dedicada a este personagem.
25 de maio de 2014
20 de maio de 2014
Gajo Borbulha
Os comentários do Falópio referem-se
ao caso Baltasar, já comentado por D. Bibas no quarteto de tiras
apresentado duas postagens atrás. Quanto ao Gajo Borbulha faz jus ao
seu nome, e aparece com o rosto mais sarapintado que o habitual.
19 de maio de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
O referendo ao aborto e a execução
sumária de Saddam Hussein, dois assuntos aparentemente distantes
que, em Janeiro de 2007, centravam as atenções, estavam de algum
modo ligados entre si. D. Bibas, nesta tira/cartoon explicava
porquê...
15 de maio de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
Não sendo muito vulgar, Baltasar, é
um nome que ciclicamente ocupa as parangonas dos jornais e os tais 15
minutos de fama das televisões. Nos dias que correm há um que leva
quase um mês a monte, com a GNR no encalço. Na época da publicação
destas tiras do D. Bibas, um outro Baltasar disputava o encargo de
uma criança a um sargento da dita GNR, devido a uma situação dúbia
que os tribunais deixaram arrastar. Como resultado, a criança era
litigada como uma propriedade ou um objecto. À parte os dramas
pessoais, a cena era verdadeiramente caricata - tal como a que
decorre por estes dias.
12 de maio de 2014
O Zé, a Maria Lusa e... a Escritora
Após umas largas semanas de ausência,
na altura da sua edição original no velho 30 de Fevereiro, o
regresso da tira "O Zé, a Maria Lusa e o Político" foi
feito com algumas alterações substanciais. Em primeiro lugar pela
introdução da cor; em segundo lugar, pela própria composição do
título - "o Político" foi sendo substituído por outras
designações, adaptadas à personagem em questão.
Neste caso, trata-se do célebre e
escabroso caso de Carolina Salgado, a ex-amante de um conhecido
dirigente de futebol, e do livro que alguém escreveu por encomenda
em seu nome, para atingir o dito dirigente. Apenas mais um episódio
novelesco nos extras ao tempo de jogo, que levou à lavagem de uma
enorme quantidade de roupa suja nas salas dos tribunais, sem que o
desporto lucrasse algo com isso - bem pelo contrário.
6 de maio de 2014
Gajo Borbulha
Esta tira foi publicada no Natal de 2006, e menciona factos passados três anos antes: o célebre movimento das Mães de Bragança, que se organizaram contra a prostituição e o alterne que "animavam" a cidade. As televisões lisboetas, que descobriram o caso através de uma reportagem na revista "Time", deram-lhe uma dimensão tal que liquidou o "negócio".
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