O «¿Por qué no te callas?» do rei
Juan Carlos a Hugo Chávez ficou para a História. Enquanto ainda
ricocheteavam as ondas do caso, talvez a propósito de uma das muitas
greves domésticas, surgiu esta tira do Gajo Borbulha, com a célebre
expressão. Tira que faz um par perfeito com esta outra,
anteriormente publicada.
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8 de junho de 2014
7 de junho de 2014
5 de junho de 2014
Tóne Chopinho
Mais uma das patetices do Tóne
Chopinho, que aqui subscreve um obscuro mito urbano - muito do Tóne
Chopinho é baseado em factos reais, é bom não esquecer. É verdade
que por cá já se vendeu gasolina com água, mas foi por acidente, e
isso lucrou mais aos advogados e às oficinas do que às
gasolineiras.
30 de maio de 2014
O Zé, a Maria Lusa e... o Dumbo
Esta tira, editada dois meses depois da anterior, versa o mesmo tema e está cheia de alusões oblíquas aos contornos do caso: à procuradora-geral adjunta, levada a investigar o caso a pedido; à auto-proclamada seriedade de certos personagens com telhados de vidro; às características físicas e ao tipo de discurso de certos intervenientes; à anedótica questão da «fruta» reflectida numa campanha publicitária de iogurtes... Para utilizar uma frase famosa de um setubalense que pertenceu à mesma indústria, «as pessoas sabem do que estou a falar...» - e as que não sabem também não perdem grande coisa: ali não se aprende nada!
26 de maio de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
O comentário de D. Bibas ao referendo do aborto foi, simultaneamente, a penúltima tira publicada dedicada a este personagem.
25 de maio de 2014
20 de maio de 2014
Gajo Borbulha
Os comentários do Falópio referem-se
ao caso Baltasar, já comentado por D. Bibas no quarteto de tiras
apresentado duas postagens atrás. Quanto ao Gajo Borbulha faz jus ao
seu nome, e aparece com o rosto mais sarapintado que o habitual.
19 de maio de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
O referendo ao aborto e a execução
sumária de Saddam Hussein, dois assuntos aparentemente distantes
que, em Janeiro de 2007, centravam as atenções, estavam de algum
modo ligados entre si. D. Bibas, nesta tira/cartoon explicava
porquê...
15 de maio de 2014
D. Bibas, o bobo do corte
Não sendo muito vulgar, Baltasar, é
um nome que ciclicamente ocupa as parangonas dos jornais e os tais 15
minutos de fama das televisões. Nos dias que correm há um que leva
quase um mês a monte, com a GNR no encalço. Na época da publicação
destas tiras do D. Bibas, um outro Baltasar disputava o encargo de
uma criança a um sargento da dita GNR, devido a uma situação dúbia
que os tribunais deixaram arrastar. Como resultado, a criança era
litigada como uma propriedade ou um objecto. À parte os dramas
pessoais, a cena era verdadeiramente caricata - tal como a que
decorre por estes dias.
12 de maio de 2014
O Zé, a Maria Lusa e... a Escritora
Após umas largas semanas de ausência,
na altura da sua edição original no velho 30 de Fevereiro, o
regresso da tira "O Zé, a Maria Lusa e o Político" foi
feito com algumas alterações substanciais. Em primeiro lugar pela
introdução da cor; em segundo lugar, pela própria composição do
título - "o Político" foi sendo substituído por outras
designações, adaptadas à personagem em questão.
Neste caso, trata-se do célebre e
escabroso caso de Carolina Salgado, a ex-amante de um conhecido
dirigente de futebol, e do livro que alguém escreveu por encomenda
em seu nome, para atingir o dito dirigente. Apenas mais um episódio
novelesco nos extras ao tempo de jogo, que levou à lavagem de uma
enorme quantidade de roupa suja nas salas dos tribunais, sem que o
desporto lucrasse algo com isso - bem pelo contrário.
22 de março de 2014
30 de Fevereiro - 10.º Aniversário
Faz hoje dez anos que se iniciou o 30 de Fevereiro. Nos primeiros três aniversários, sendo que esses quatro anos foram os de actividade mais intensa, assinalei a data com pequenas montagens, que ilustravam a frase "xis anos a partir pedra". Sob o lema "Contra a corrente", "partir pedra" seria a consequência natural do "água mole em pedra dura"... mas, basta de frases feitas, vamos aos desenhos e etecéteras.
Em primeiro lugar, num estilo vagamente maoista, a Vénus de Milo não seria o que é hoje se alguém (ou algo) não a tivesse mutilado. Na segunda imagem recorri a uma iluminura medieval que representa uma mina, o lugar onde se parte pedra por excelência, sem interferir na imagem. Por último, fiz uma montagem de dois técnicos frente às ruínas de Stonehenge, com ar de quem acaba de descobrir um filão...
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